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AM, a máquina criada para odiar
Um comentário sobre o conto “eu não tenho boca e preciso gritar”. Belém, 28 de maio de 2026 Autor da Resenha: Felipe Marques - @v0id419 Revisora Textual: Amanda Murta - @amandamurta_ "ÓDIO. DEIXE-ME CONTAR PARA VOCÊ O QUANTO EU APRENDI A ODIÁ-LO DESDE QUE COMECEI A VIVER. EXISTEM 623,52 MILHÕES DE QUILÔMETROS DE CIRCUITOS IMPRESSOS EM FITAS DA ESPESSURA DE UMA HÓSTIA COMPONDO O MEU SISTEMA. SE A PALAVRA “ÓDIO” ESTIVESSE GRAVADA EM CADA MICRO NANO MILÍMETRO DESSAS CENTENAS DE
Felipe Marques
28 de mai.4 min de leitura


A semiótica do rosa em personagens
Uma cor pode construir a narrativa? Belém, 21 de maio de 2026 Autora: Bell Modesto - @apenasbell Revisão Textual: Amanda Murta - @amandamurta_ Era final de tarde e eu estava assistindo ao vídeo “Psicologia das Cores no Cinema” do canal Gaveta, no YouTube. É interessante saber que algo – no caso, a cor - pode ser usado estrategicamente para conduzir o telespectador a sentir algo. Então, nesse texto, vocês acompanharão o meu processo de entendimento da tríade semiótica de Pierc
Bell Modesto
21 de mai.6 min de leitura


O LIVRO DOS PÁSSAROS
- Um comentário sobre trabalho, comunidade e arte - Belém, 14 de maio de 2026 Autora: Amanda Murta - @amandamurta_ O tempo é apenas o riacho no qual eu pesco. Eu bebo dele e, enquanto o faço, observo seu leito arenoso e percebo como é raso. Sua fina correnteza passa, mas a eternidade permanece. Eu beberia mais [do riacho]; pescaria no céu, cujo fundo é seixado de estrelas - Walden, Henry David Thoreau Eu já acompanhava as tirinhas da ilustradora curitibana Lark (@larkness_)
Amanda Murta
14 de mai.5 min de leitura
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